PAIS, OS PRIMEIROS MESTRES – A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. abril 12, 2011
Posted by eliesercesar in Artigos.7 comments
Por Andréia Lima Borges*
A primeira forma de educação que a criança recebe é a doméstica, proveniente dos pais, espelho e referência na tenra idade. Portanto, o comportamento na primeira infância vai refletir as atitudes da família. Uma família desestruturada por brigas constantes, pela droga ou o abuso do álcool, sem dúvida, será responsável pelas primeiras manifestações da criança no âmbito das relações inter-sociais e no campo dos primeiros passos da socialização. Um menino ou menina de comportamento tímido e retraído, com dificuldade na aprendizagem e no relacionamento com os colegas,pode indicar problemas originados em casa. (mais…)
Desenvolvimento e meio ambiente fevereiro 19, 2011
Posted by eliesercesar in Artigos.add a comment
Se o Ministério Público existisse, na época em que Deus criou o mundo, a obra da criação teria sido embargada lá pelo terceiro dia, ficando inacabada e quem sabe sem a presença do homem, a mais imperfeita das criaturas. A piada me ocorre a propósito das reiteradas contendas entre os gestores públicos responsáveis por programas de desenvolvimento, com reflexos na proteção do meio ambiente, ecologistas , juízes e promotores públicos. (mais…)
VISIONÁRIO BIOENERGÉTICO outubro 4, 2010
Posted by eliesercesar in Artigos.add a comment
- Físico baiano, Bautista Vidal demonstra como o Brasil pode se tornar a maior potência mundial em energia.
Há uma diferença sutil entre o homem utópico e o visionário. A utopia situa-se no campo do desejo, daquilo que a porção mais generosa da humanidade gostaria de ver concretizado – uma vida melhor e mais digna para todos, a preservação da natureza num ambiente predatório de competitividade industrial, o respeito sagrado às diversidades que, na dialética social, diferenciam e complementam a humanidade; enfim, um “pacote do bem”, para usar uma expressão em voga num tempo “politicamente correto” e socialmente injusto. (mais…)
CETICISMO POLÍTICO outubro 1, 2010
Posted by eliesercesar in Artigos.add a comment
Com humanismo visceral, lucidez cartesiana e ceticismo radical, o filósofo britânico Bertrand Russel (1872-1970) foi uma espécie de iluminista do Século XX, por combater o obscurantismo de seu tempo. Sua doutrina era o ceticismo. “Não é desejável acreditar em uma proposição quando não existe nenhum fundamento para supô-la verdadeira”, dizia o pensador. Na defesa do ceticismo como um valor moral, Russel advogava que “nunca sabemos o suficiente para estarmos certos se um curso de uma ação é mais sábio que o outro”. Daí, a cautela em relação todo tipo de ação açodada e voluntariosa.
Russel tinha ojeriza às opiniões passionais, corriqueiras em política e religião. Para ele, “a paixão é a medida da falta de convicção racional de seu defensor”. Cético, inclusive , em relação ao próprio ceticismo – para não cair no gesso do dogmatismo – ele pregava o ceticismo político.
À véspera das eleições de domingo, o ceticismo político, exercido com lucidez, pode ajudar o eleitor a evitar as mirabolantes promessas eleitoreiras e a comprar gato lebre (um Tiririca por um Protógenes Queiroz). Porém, a ilusão – sonho imediatista de uma vida melhor – e o ilusionismo (promessas inexequíveis de campanha) fazem parte do cardápio eleitoral. Por isso, o pensador britânico dizia que boa parte das pessoas acreditam que todos males dos quais padecem “poderiam ser curados se determinado partido político estivesse no poder”.
E acrescenta: “Um homem vota em um partido e permanece infeliz; ele conclui que era outro partido que traria o período de felicidade e prosperidade. No momento em que tivesse desencantado com todos os partidos, já seria um homem idoso, à beira da morte. Seus filhos trariam a mesma crença de sua juventude e a oscilação continua”.
Russel não prega a descrença na democracia, no sufrágio universal, o voto nulo ou coisa que o valha, mas a desconfiança em promessas messiânicas e redentoras tão gosto dos partidos, independentemente de matizes ideológicos.
(Artigo publicado na página de opinião do jornal A Tarde, de 1º de setembro de 2010)
r
Canção da (in)justiça fevereiro 25, 2010
Posted by eliesercesar in Artigos.add a comment
Uma desembargadora é rebaixa, suspeita de movimentar uma fortuna, em quatro anos. Um desembargador é aposentado, compulsoriamente, por venda de sentença; outras duas juízas respondem pelo mesmo crime; um magistrado apela para o famigerado “jeitinho brasileiro” dá uma “roubadinha” no trânsito e acaba matando atropelado um empresário que pilotava uma motocicleta; no interior do Estado, outro juiz responde por assédio sexual; uma compra nababesca de tapete persa pela corte suprema do Estado é sustada depois que a imprensa veicula a transação; cerca de dois mil processos são encontrados no porão de um juizado, jogados para debaixo do tapete (este comum), para esconder da sociedade a morosidade da Justiça. Em todo o Brasil há 117 magistrados respondendo a Processos Administrativos Disciplinares, segundo o ministro Gilson Dipp, Corregedor Nacional de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça.
Tudo isso, sem falar nos Lalaus de toga (todos lembram do juiz Nicoulau) que vicejam país à fora. Numa referência ao Tribunal de Justiça da Bahia, para o qual vem dando atenção especial, o mesmo Gilson Dipp pronunciou a grave sentença: “Para ficar ruim tem que melhorar muito”.
Todas essa conspurcação da Justiça, seja pela má administração, pela carência material ou mesmo pela má fé, cristalizada na venda de sentenças, parece expressa, de forma premonitória, nos versos do poeta norte-americano Edgar Lee Masters (1869-1950). Diz o poema: “Vi uma bela mulher com os olhos vendados/Num pedestal, nos degraus de um templo de mármore/ As multidões passavam diante dela/Dirigindo-lhe uma olhar de quem implora./Na mão esquerda ela sustinha uma espada./Ela brandia a espada,/Golpeando ora uma criança, ora um trabalhador,/Ora uma mulher que se esquivava, ora um lunático./Na mão direita ela sustinha uma balança:/Na balança eram jogadas moedas de ouro/Por aqueles que escapavam ao golpe da espada./ Um homem, com um toga preta, leu de um manuscrito:/Ela não respeita as pessoas./Então um jovem que usava boné vermelho/Pulou para o lado dela e arrebatou-lhe a venda./ Ah, as pestanas haviam sido comidas/Das pálpebras lodosas;/os olhos estavam cauterizados por um visgo leitoso:/A loucura de uma alma estertorante/Estava gravada em sua face…/Mas a multidão ficou sabendo por que ela usava a venda”.
Essa autênica canção da (in)justiça, intilulada “Carl Hamblin, está na Antologia da Nova Poesia Norte-americana, publicada pela Civilização Brasileira, com tradução de Jorge Wanderley.
Resenha Crítica junho 1, 2009
Posted by eliesercesar in Artigos.1 comment so far
LUARAL, DE GLÁUCIA LEMOS
Manuel Anastácio
(mais…)



