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À DERIVA agosto 19, 2009

Posted by eliesercesar in Poesia.
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Barco

Não vou buscar na madrugada

a solidão dos desolados.

Não buscarei a felicidade

pela obrigação de ser feliz.

Acaso tem a espada inerte

a obrigação do corte ?

Não pode uma lâmina deslizar

nos contornos de uma pétala ?

Busco a rota de um barco

à deriva em seu porto.

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