jump to navigation

O espelho do mar – V julho 24, 2010

Posted by eliesercesar in Poesia.
trackback

Oh, meus irmãos dos bares,

subprodutos cristalizados da vida,

não há mesmo como recusar a bebida,

quando o álcool é bússola maior.

Pobres irmãos,  meus irmãozinhos dos bares,

se deixarem de beber,

morrerão do mesmo jeito:

sem espasmos, mas ainda atormentados

pela consciência patética de espantalho.

Oh, meus remendos.

Oh, meus retalhos:

sem nenhum esplendor (da vida),

vocês são a ferida,

o talho.

Anúncios

Comentários»

No comments yet — be the first.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: