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LENÇÓIS CONHECE O HOMEM QUE SABIA A HORA DE MORRER – Trechos do romance de Adelice Souza foram lidos no município da Chapada Diamantina. agosto 6, 2012

Posted by eliesercesar in Reportagem.
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Adelice Souza conta trechos do seu livro, em leitura pública mediada por Elieser Cesar. Foto: Andréia Borges.

Um bate-papo descontraído, marcado por uma grande empatia do público com a autora e mediado pelo jornalista e escritor Elieser Cesar. Neste clima transcorreu a edição do projeto Leituras Públicas, promovido pela Diretoria  do Livro e da Leitura (DLL) da Fundação Pedro Calmon (FPC), em 2 de agosto passado, em Lençóis, na Chapada Diamantina, cuja convidada foi a escritora e dramaturga Adelice Souza. Para uma plateia atenta e participativa, Adelice leu trecho de seu livro mais recente, o romance O homem que sabia a hora de morrer.

Depois de fazer as apresentações formais, Elieser Cesar classificou a história escrita por Adelice Souza “um romance de formação”, por retratar o aprendizado de vida de uma garotinha muito apegada ao avô, um homem simples da roça, mas com uma profunda comunhão com a natureza, com os bichos e as plantas; o mesmo personagem que sabia o momento que iria sucumbir aos sortilégios macabros da temida Libitina (uma das denominações da morte, cantada em cordel por Adelice, em trecho de poesia popular do romance)  “A menina é cheia de vida, mas em toda a trama o sentido da morte perpassa  existência da personagem. E a infância começa a acabar justamente no instante em que a criança passa a compreender o sentido da morte. Daí ser este um romance de formação”, observou o mediador.

Em trechos estrategicamente escolhidos para a leitura, a fim de dar uma idéia de começo, meio e quase o final da trama (para não entregar o desfecho), Adelice encantou o público, aliando o talento de escritora à facilidade de interpretação da atriz e diretora de teatro. Extrovertida, expansiva e regateira como a menininha do romance, a autora manteve o público atento a cada trecho lido. Ao final da leitura, os presentes formam uma pequena fila, no auditório da Casa Afrânio Peixoto, para adquirir, autografado, um exemplar de O homem que sabia a hora de morrer.

O mediador Elieser Cesar cometeu uma pequena gafe, ao se referir ao livro como O homem que sabia demais, clássico de suspense de Alfred Hitchcock, mas, num átimo emendou, desfazendo o pequeno equívoco: “Mas, o homem que sabia a hora de morrer é também o mesmo homem que sabia demais”.

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Comentários»

1. adelice souza - agosto 7, 2012

Foi tudo muito bom. E uma maravilha estar ao lado de um escritor tão sensível e generoso. A gente vai aprendendo a viver…. Grande abraço!


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