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TEORIA DA RELATIVIDADE DO TEMPO dezembro 20, 2016

Posted by eliesercesar in Poesia.
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cavalo-do-tempo

O tempo passa, mas,
ao mesmo tempo,
fingi que não passa.
É lento e também devagar,
mas, sempre chega lá:
onde estaremos todos,
muitos mais cedo
muitos bem tarde,
e com medo.

II

O tempo passa, mas,
ao mesmo tempo,
fingi que não passa;
e (ao final dos tempos),
junta jiló e passas.

III

O tempo é ardiloso:
demora naquela moleza rápida,
que é bem dele,
mas,
atinge a mim, a você e a ele.
Quando quer, bota banca.
Por isso, também é presepeiro.
Para uns, égua manca,
para outros, cavalo ligeiro.

 

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